Realidade aumentada, interatividade ou vivemos na matrix?

Realidade virtual - foto http://www.roadtovr.com

 

O Facebook divulgou em um evento para desenvolvedores uma de suas novas ferramentas que promete reinventar em breve a maneira como nos comunicamos e interagimos socialmente. Zuckerberg apresentou o Facebook Social VR: "The idea is that virtual reality puts people first. It's all about who you're with. Once you're in there, you can do anything you want together -- travel to Mars, play games, fight with swords, watch movies or teleport home to see your family. You have an environment where you can experience anything."

 

A rede social que já comanda parte de nossas relações agora quer dar um passo ainda maior e transformar nossas experiências com base em algo que já fazemos naturalmente. Oi, como assim? Sabe aqueles segundos em que a gente fica desconcertado sem saber se estava sonhando ou acordado? Pois esse momento da dúvida do que é realidade ou ilusão é um exemplo simples da nossa capacidade natural de projetar realidades virtuais. E boa parte das tecnologias lançadas atualmente buscam de certa forma reproduzir e superar essas capacidades fantásticas da nossa mente.

 

Post de Mark Zuckerberg onde anuncia o Facebook Social VR

 

Os óculos de realidade aumentada são o exemplo mais próximo de acessível que temos disso tudo e com um custo que já é relativamente baixo (e que deve cair ainda mais). Até pouco tempo usados quase que totalmente para melhorar a experiência em jogos, agora vemos exemplos usados em lojas e eventos para reinventar o relacionamento com o consumidor no ponto de venda. 

 

Mas e se tudo isso for mais que apenas tecnologia? Estaríamos começando a evoluir a ponto de descobrir que sempre estivemos vivendo numa realidade projetada, uma matriz? A reportagem do jornal The Guardian explica e aprofunda mais alguns pontos sobre essa teoria que tem ganhado força entre estudiosos e traz algumas perguntas pertinentes se quisermos descobrir mais a respeito. 

 

Enquanto ainda não podemos responder essas perguntas, resta pensar em como a realidade aumentada tem impactado nosso dia-a-dia e como nossas marcas e produtos podem se preparar para a revolução psico-tecnologica que vem por aí. 

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